Prova, fecho e escada final

Fecho Cláudio · Q 8a/7 min · Q vias · one-pager · ponte febril

✅ Fecho do caso Cláudio

40 minutos de crise tônico-clônica, já estabilizado clinicamente — medicamento inicial = benzodiazepínico (ex.: diazepam venoso).

1. Questão: criança 8 anos, TCG ~7 minutos

Criança de 8 anos chega ao PA em crise TCG há aproximadamente 7 minutos. 7 minutos = mais de 5 minutos → já está em status operacional → tem que tratar. Ainda com atividade convulsiva; sem história prévia de epilepsia conhecida; sinais vitais estáveis.

Primeira intervenção: benzodiazepínico — única resposta possível como 1º. Fenitoína seria a segunda; ácido valproico seria a segunda; o terceiro degrau (anestesia) não é o imediato. O mais importante imediato: tirar da crise.

2. Questão: menino 3 anos — medicação e via

Menino de 3 anos, previamente hígido, admitido convulsionando. História de tosse, coriza e febre há 1 dia. Exame: FC 154, FR 38, T axilar 36,1 °C, SpO₂ 96%; ar responsivo; pupilas isocóricas e fotorreagentes; movimentos tônico-clônicos.

A questão pede a medicação e a via. Tempo de crise não foi explicitado, mas o enunciado já pede para tirar da crise — resposta = benzodiazepínico.

Opções corretas de via: diazepam EV ou retal ou midazolam EV / IM / spray nasal. Não marcar diazepam intramuscular. Não marcar midazolam como "inalatório" — o correto é spray nasal (absorção capilar).

VinhetaQuer agoraNão marcar
8 a · TCG 7 min · SV okBenzo 1ºPHT/VPA como 1º; anestesia de cara
3 a em crise · viasDZP EV/retal ou MDZ EV/IM/nasalDZP IM; MDZ "inalatório"
Cláudio 40′ estabilizadoBenzo (ex. DZP IV)Só repor AED oral

3. Escada one-pager

Estabiliza + glicemia → >5 min (ou ≥2 sem recovery) → Benzo (vias/tetos BR) → 2º PHT 20/50 (se falha ou recorrência) → refratário = anestesia Exceções laterais: neonatal · eclâmpsia · glicose · intox/cocaína
🔄 Interleaving (reativação)

7 min reativa 5 age (P2). Vias reativam matriz DZP/MDZ (P5). "PHT/VPA = 2ª" reativa escada (P7–P9).

Escada final de status: estabiliza, benzo, PHT, refratário One-pager operacional de status epiléptico. Porta estabiliza via aérea, circulação e glicemia. Critério maior que cinco minutos ou duas crises sem recovery trata como status. Primeiro benzodiazepínico. Segundo fenitoína vinte miligramas por quilo até cinquenta miligramas por minuto com atenção ao coração. Falha de dois sobe a refratário e anestesia. Exceções laterais: neonatal, eclâmpsia, hipoglicemia e intoxicação. Prova: criança de sete minutos recebe benzo primeiro; diazepam EV ou retal, midazolam EV IM ou nasal; não diazepam IM; nasal não é inalatório. Escada final de status estabiliza → >5 → benzo → PHT → refratário · exceções laterais · prova 5 degraus · uma respiração 1 PORTA Estabiliza VA · circ glicemia CRITÉRIO > 5 min ou ≥ 2 sem recovery = status 2 1º FÁRMACO Benzo sempre 1º exceto S10 3 2º PRÁTICO PHT 20 mg/kg ≤ 50 mg/min 4 FALHA DE 2 Refratário anestesia boot · via EXCEÇÕES LATERAIS cortam o 1º usual · sem doses inventadas Neonatal 1º fenobarbital Eclâmpsia 1º MgSO₄ Hipoglicemia glicose · ≠ AED Intox / cocaína ≠ PHT como 2º usual PROVA · âncoras de gabarito Criança 7 min → benzo 1º não esperar 30 · não pular para 2º VIAS CERTAS DZP EV · retal MDZ EV · IM · nasal PROIBIDO / PEGADINHA ✗ DZP IM nasal ≠ inalatório Escada Estabiliza > 5 min Benzo PHT Refratário Exceções Prova Toque na escada. Ordem operacional: estabiliza e glicose → >5 (ou ≥2) → benzo 1º → PHT com coração → falha de dois = refratário/anestesia. Sem dose pediátrica inventada de benzo · sem MgSO₄/fenobarbital em mg/kg · sem fechar febril · sem NORSE/EEG inventado Se a legenda sumir: teal porta+1º · ouro >5 · índigo PHT com coração coral · coral no cume = refratário · ouro na base = prova. Ponte só: classificação e febril ficam nas estações próprias — aqui é a ordem que fecha a prova. Cor: teal = fluxo · ouro = critério/pegadinha · índigo = 2º · coral = proibido/refratário/exceção.
Algoritmo de tratamento para status epilepticus convulsivo pediátrico: fase 0 de estabilização, fase 1 com benzodiazepínico após 5 minutos, fase 2 com segunda dose de benzo IV, fase 3 com antiepilépticos de segunda linha, e fase 4 com coma farmacológico em UTI.
Manejo de crise pediátrica na emergência: benzo 1º após 5 min. Becker et al. 2023 · Front Neurol · CC BY 4.0 · PMC10343462. >5 min → tratar
Por que importa

Integra a estação inteira em formato de banca.

📌 Resumo operacional

Cláudio 40′ → benzo. Criança 7′ TCG → benzo (não PHT/VPA como 1º). Vias: DZP EV/retal ou MDZ EV/IM/nasal; não DZP IM; não "inalatório". Próximo bloco natural da série: crise febril.

🧠 Quiz

Q1. Criança 8 a, TCG há 7 min, SV estáveis, sem epilepsia prévia. 1ª intervenção:
Q2. Menino 3 a em crise; pede-se medicação e via. Resposta correta: