Trilha · Vigilância fetal
O coração que se lê para escutar o cérebro.
Da vigilância aguda à decisão de tirar o bebê: interpretar a cardiotocografia, separar DIP de Categoria, reconhecer o que derruba na segunda fase e agir sobre o traçado de asfixia. Nível residência tier 1–2.
Aulas do módulo
Ginecologia · Módulo III
Abre a trilha de Ginecologia na trilha principal — uroginecologia de prova de especialista.
Bônus · Ginecologia
Temas que caem menos, mas caem. Ficam à parte de propósito: perto da prova, o esforço vai primeiro para a trilha principal.
Bancada de executores
A mesma aula, o mesmo prompt e as mesmas peças — executores diferentes. Serve para medir consistência, não variedade: um motor que acerta uma vez não é o mesmo que um motor que entrega a plataforma inteira.
Objeto persistente da trilha
O Tabelão da Vitalidade Fetal acompanha você entre as aulas: a Aula 1 monta o arco crônico (Doppler dos 4 vasos + líquido) e a Aula 2 monta o arco agudo (cardiotocografia e perfil biofísico). Cada linha se preenche conforme você percorre as páginas — as visitas ficam salvas no seu dispositivo.
Arco crônico · Aula 1 — o Doppler
Vitalidade Fetal — arco crônico
- Volume de líquido (ILA)Soma dos 4 quadrantes · normal 8–18 · < 5 oligodrâmnio · 5–8 diminuído.aguardando
- Artéria uterina (mãe)Circulação materna · incisura persistente > 24–26 sem = predição.aguardando
- Artéria umbilical (placenta)Baixa resistência < p95 · > p95 → afunda → zero → reversa (conduta por corte de IG).aguardando
- Artéria cerebral média (feto)Alta resistência > p5 · < p5 = centralização (coração, cérebro, suprarrenal).aguardando
- Ducto venoso (coração fetal)Onda A positiva · negativa → parto (antes, sulfato de Mg < 32 sem).aguardando
- CardiotocografiaAvalia o feto durante as contrações — arco agudo (Aula 2).→ aula 2
- Perfil biofísicoCardiotocografia + parâmetros ultrassonográficos — arco agudo (Aula 2).→ aula 2
Arco agudo · Aula 2 — a cardiotocografia
Tabelão da Vitalidade Fetal
- Cardiotoco — quando indicarAlto risco (pré-natal ≥30–32 sem, semanal); no baixo risco só o pós-datismo (>40 sem).aguardando
- Linha de baseMédia em 10 min; normal 110–160 (antigo 120–160); >160 taqui, <110 bradi — sustentado 10 min.aguardando
- VariabilidadeModerada 6–25 (ideal); aumentada >25; perda ≤5 (3 causas: asfixia/medicação/sono).aguardando
- Acelerações≥15 bpm × ≥15 s (retorno à basal); reativo = ≥2 em 20 min; presença exclui, ausência não confirma.aguardando
- Desacelerações (DIPs)DIP I coincide/benigno · DIP II tardio/asfixia · DIP III variável (cordão) — sem contração = DIP III.aguardando
- Categorias / laudoCat I normal · Cat II meio-termo · Cat III asfixia (var ≤5 + um de três, ou sinusoidal isolado).aguardando
- Perfil biofísicoCTG + 4 US (mov. resp., mov. corpóreo, tônus, VLA); simplificado = CTG + VLA.aguardando
- Líquido / VLAÚnico parâmetro de sofrimento crônico; último a alterar — link com a vigilância crônica (Doppler/ILA).aguardando