Plataforma Bauer · Módulo de tubo digestivo
A oncologia digestiva se decide pela profundidade.
Uma trilha premium para transformar casos de esôfago e estômago em raciocínio de residência: suspeita, confirmação, estadiamento, tratamento e armadilhas de prova.
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tipos no esôfago — escamoso (externo) e adenocarcinoma (interno). Cada um com seus fatores de risco e seu terço.
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vias de disseminação — linfática, hematogênica e transcelômica. O estômago é mestre na terceira: o "tumor praga".
T
profundidade de invasão — a USE define até que camada o tumor chegou; é o eixo que comanda toda a conduta.
Disfagia que evolui em anos é funcional; disfagia que evolui em meses, com perda de peso, é câncer até prova em contrário.
Sumário do módulo
A oncologia cirúrgica do tubo digestivo, órgão por órgão. Esôfago, estômago e colorretal formam a trilogia das vias de disseminação; a aula bônus de tumores hepáticos ensina a ler a TC dinâmica; e a aula de pólipos e síndromes hereditárias intercepta o colorretal antes mesmo de ele virar câncer.
Aula 1
Disponível
Câncer de esôfago
Do caso do Sr. Aurelino à conduta: dois tipos pelo macete externo/interno, regra de ouro da biópsia, contiguidade sem serosa, estadiamento USE/TC e ressecabilidade.
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Aula 2
Disponível
Câncer gástrico
Caso da mulher de 46 anos · tumor praga e via transcelômica · os 5 sinais de incurabilidade (Virchow) · Borrmann × Lauren (anel de sinete) · carcinomatose e VLP · mucosectomia × precoce · gastrectomia, margens e D2.
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Aula 3
Disponível
Endocardite e câncer colorretal
Caso do Sr. Luiz · endocardite por S. bovis (gallolyticus) obriga investigar o cólon · mecanismo do elo · rastreio aos 50 · clínica por topografia (direito/esquerdo/reto) · colonoscopia e CEA · "carteiro do mal" e estadiamento · cólon opera × reto faz neoadjuvância · RAB × RAP (Miles) · metástase hepática que cura.
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Aula 4 · bônus
Disponível
Tumores hepáticos
Caso da enfermeira com adenoma roto · por que o fígado não se biopsia · ler a TC dinâmica trifásica (captação + washout) · os 4 padrões · hemangioma × HNF × adenoma (Primovist) · hepatocarcinoma (cirrose, alfa-fetoproteína, washout, Child/Milão) · metástases colorretais e a volumetria que faz o fígado crescer para operar.
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Aula 5
Disponível
Pólipos e câncer colorretal
O pré-câncer do CCR · sequência adenoma-carcinoma (gene APC) · pediculado × séssil e tubular × viloso (o vilão é o viloso) · Haggitt/Kikuchi e o limite SM1 · os 6 critérios de cura da polipectomia · vigilância (10/5/3/1/0,5 anos) · síndromes hereditárias (PAF/APC, Gardner, Turcot, Peutz-Jeghers/STK11, Lynch com Amsterdam e BRAF) · rastreamento por risco e seguimento pós-CCR.
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Aula 6
Disponível
Nódulo pulmonar e câncer de pulmão
O nódulo pulmonar solitário (≤3 cm) e a pegadinha-Harrison · probabilidade de malignidade (idade, carga tabágica, bordas espiculadas, calcificação — pipoca é do bem) · seguimento Fleischner (≤8 mm acompanha / >8 mm investiga) · os 4 histológicos (adeno periférico, escamoso central que cavita, oat cell neuroendócrino, grandes células) · síndromes paraneoplásicas (Cushing/SIADH/Eaton-Lambert no oat cell, PTHrP no escamoso, Pancoast/Horner/VCS) · estadiamento TNM 8ª e o trio irressecável (T4/N3/M1) · rastreio low-dose CT (50-80 / 20 maços-ano).
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Aula 7
Disponível
Nódulo e câncer de tireoide
O nódulo de tireoide do US (TI-RADS, achados ANEI) à PAAF e Bethesda I-VI · os 4 tipos (papilífero linfático/psamomatoso/Orphan Annie, folicular hematogênico/invasão capsular que não se vê na PAAF/Hürthle, medular de célula C/calcitonina/NEM2-RET/screening de feocromocitoma antes de operar, anaplásico do idoso) · cintilografia quente × fria · conduta cirúrgica por tamanho (lobectomia × tireoidectomia total, ATA 2025) · radioiodo, supressão de TSH e tireoglobulina no seguimento. Interativos: calculadora de conduta, slider de agressividade, tabela dinâmica do Bethesda.
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Aula 8
Disponível
Câncer de próstata
Do rastreio (PSA + toque retal, a divergência MS × SBU) ao diagnóstico · refinamento do PSA (densidade, velocidade, relação livre/total) · anatomia zonal (a zona periférica é a do câncer e a do toque) · biópsia e Gleason (soma do dominante + pior; a pegadinha 4+3 > 3+4) · estratificação de risco por PSA + Gleason · RM multiparamétrica (PI-RADS) · tratamento localizado (vigilância ativa, prostatectomia radical, radioterapia) e avançado (bloqueio androgênico, orquiectomia) · metástase óssea blástica e PSA no seguimento. Interativos: calculadora de risco e de Gleason, slider de PI-RADS, tabelas dinâmicas.
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Aulas Extras
Páginas-ouro fora da trilha principal — temas pontuais de alto rendimento em prova, no mesmo padrão de caso, visual interativo e questões comentadas.
Aula Extra 1
Disponível
GIST gástrico
O sarcoma do estômago em três páginas-ouro: o abaulamento submucoso que se diagnostica pelo aspecto (e dispensa a pinça), a cirurgia que tira a lesão com margem livre sem linfadenectomia (metástase hematogênica → fígado e peritônio) e a régua de risco tamanho × mitoses que indica o imatinibe adjuvante.
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Aula Extra 2
Disponível
Tumores de apêndice
Três tumores, dois momentos de decisão, uma régua que salva a prova: neuroendócrino (o mais comum) e a síndrome carcinoide pelo filtro hepático · adenocarcinoma silencioso (apêndice é cólon) · mucinoso e o pseudomixoma de quem fura a mucocele · a régua dos três critérios intraoperatórios (um SIM → hemicolectomia) · citorredução e HIPEC · e o histopatológico que comanda a conduta pós-op tipo a tipo.
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Aula Extra 3
Disponível
Câncer de canal anal
O tumor do tubo digestivo que não se opera: carcinoma escamoso (não adenocarcinoma) cuja histologia comanda tudo · o eixo HPV e o tripé orofaringe/canal anal/colo · o ponto-chave do estadiamento — o linfonodo inguinal que se punciona (DST × neoplasia) · RM na pelve, TC no resto · o pulo do gato: quimiorradioterapia exclusiva (esquema Nigro) que preserva o esfíncter, com químio antes da rádio por radiossensibilização · e a cirurgia de Miles como resgate, não primeira linha · fecha com o caso AMRIGS e as quatro armadilhas.
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Aula Extra 4
Disponível
Neoplasias císticas do pâncreas
Quatro diagnósticos separados de olhos fechados por um único fio — origem da lesão → o que produz → como aparece na imagem → o que se faz: serosa (favo de mel, septo fino, benigna, observa) · mucinosa (macrocística, septo grosseiro, a mais comum e a que mais preocupa) · IPMN (mucinosa intraductal, dilatação ductal, amilase alta no líquido) · tumor de Frantz (sólido-cístico, mulher jovem) · a dedução de amilase e CEA pela origem · conduta por sítio (corpo-caudal + esplenectomia × Whipple) · e o manejo aprofundado do IPMN secundário (worrisome features × high-risk stigmata, PAAF e seguimento por tamanho).
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Aula Extra 5
Disponível
Hiperplasia prostática benigna
Urologia benigna em 16 páginas-ouro, com um fio categórico: quem entende a fisiopatologia entende os sintomas e o tratamento. Da próstata de 20–30 g embaixo da bexiga aos 4 trechos da uretra e os 2 traumas ("bubu da bulbar") · zona de transição × periférica (sintoma cedo × tarde, sem rastreio) · a fisiopatologia tripla — estática/androgênica, dinâmica/adrenérgica, colinérgica — mapeada em 3 fármacos (5-ARI, α-bloqueador, anticolinérgico) · LUTS obstrutivos × irritativos e o IPSS (0–35, corte 8) · conduta escalonada e ejaculação retrógrada · indicações de cirurgia e a falência pós-renal · retenção aguda → CVD (nunca Jelco 14) · RTU × aberta no corte de 80 g e a síndrome pós-RTU (hiponatremia dilucional) · toque retal (1 polpa ≈ 10 g) · e fecha nos casos UNIFESP e UEPA.
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Aula Extra 6
Disponível
Câncer de rim — carcinoma de células renais
Urologia oncológica em 11 páginas, organizada por raciocínio de prova com dois vínculos cerebrais cravados: varicocele aguda em jovem → câncer de rim, e fosfatase alcalina alta sem metástase → síndrome de Stauffer. Fatores de risco (tabagismo, cádmio/benzeno, a pegadinha de SP) · VHL (células claras no jovem) × esclerose tuberosa (angiomiolipoma) · tríade clássica rara (<5–10%) e por que a massa palpável já é doença avançada · a anatomia venosa que explica o lado esquerdo (gonadal E → renal E; gonadal D → cava) e o trombo mural · diagnóstico por imagem (achado acidental, uro-TC/uro-RM) · lesão sólida = cirurgia sem biópsia (contraste com a bexiga) · a escada de Bozniak (1≈0% / 2<5% / 2F até 25% / 3 45–60% / 4 até 95%) · e a decisão que mais cai — nefrectomia parcial (poupadora de néfrons, isquemia quente ~30 min) × radical — fechando em três casos resolvidos.
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Aula Extra 7
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Câncer de bexiga — carcinoma urotelial
Uro-oncologia em 12 páginas, organizada inteira ao redor de um divisor de águas: o T2 — invasão da camada muscular (detrusor) — que separa o não-músculo-invasivo conservador do músculo-invasivo radical. O paradoxo de prova (raro na vida, abundante na prova; incidência homem 3,5% × mulher 1,5%) · tabagismo (50% / 40%) e a bexiga como "piscina de toxina" pelo tempo de contato · aminas aromáticas ocupacionais (tinta/couro/borracha/corante/têxtil) e o cálculo vesical · urotélio "transicional" entre os dois epitélios vizinhos · a pegadinha-mãe da hematúria macroscópica indolor, autolimitada e recorrente (a falsa melhora) e a regra dos 40/60 anos · vegetante × carcinoma in situ "tapete" (a silenciosa é a pior) · tríade diagnóstica com cistoscopia + biópsia como padrão-ouro e a falha de enchimento na uro-TC · estadiamento T (Ta/Tis/T1 → T2 → T3a/T3b → T4) · NMI (baixo risco RTU+QT × alto risco RTU→re-RTU→BCG, e o refratário que vira cirúrgico) × MI (cistectomia radical, homem × mulher, cisplatina neoadjuvante) · fechando nas pontes com a HPB (estase) e o CA de rim (a bexiga biopsia, o rim sólido não).
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Aula Extra 8
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Câncer de testículo — tumor de células germinativas
Uro-oncologia do homem jovem em 12 páginas, montada inteira ao redor de uma sequência de conduta que decide 80% das questões: USG + marcadores tumorais → orquiectomia inguinal radical → estadiamento depois. O gatilho do enunciado (homem 20–40 anos, criptorquidia, massa testicular indolor) · 95% tumores de células germinativas, seminomatoso × não-seminomatoso (frequentemente misto) · a criptorquidia como grande fator de risco (4–6×) e o contralateral que também sobe (até 2×) · a hierarquia familiar (irmão 8–12× > pai 2–4×) e a história pessoal prévia (12×) · a massa indolor, endurecida, bem delimitada ao exame bimanual, a ginecomastia do β-hCG e a disseminação pelo canal inguinal → retroperitônio → supraclavicular · a USG hipoecogênica/heterogênea ("carne de peixe") com Doppler bilateral · os marcadores que separam os subtipos (AFP nunca no seminoma, β-hCG pode em ambos, LDH inespecífico) e a leitura pré/pós-op para prognóstico · a orquiectomia inguinal radical com cordão espermático e o erro fatal da via escrotal (semeia metástase) · a quimioterapia à base de cisplatina que tira o "atestado de óbito" da metástase · o estadiamento depois da cirurgia (TC de abdome com contraste se marcador não cai) · e o diagnóstico diferencial que a banca arma — torção e orquiepididimite doem; testículo retrátil não é fator de risco.
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Aula Extra 9
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Oncologia pediátrica — tumores abdominais da infância
Os dois tumores abdominais que decidem a oncologia pediátrica de prova, montados ao redor de uma única bifurcação: neuroblastoma × tumor de Wilms. A hierarquia dos "mais comuns" que a banca usa para confundir (leucemia = neoplasia mais comum da infância · SNC = tumor sólido mais comum · neuroblastoma = sólido mais comum fora do SNC e neoplasia nº 1 do menor de 1 ano · Wilms = tumor renal primário mais comum, 2ª causa de massa abdominal) · o neuroblastoma da crista neural (medula adrenal ~50%, gânglios simpáticos retroperitoneais 25%), com a massa dura, irregular, que cruza a linha média, a liberação de catecolaminas (HAS, sudorese, rubor, palpitação), a síndrome de Horner, a opsoclonia-mioclonia (síndrome de Kinsbourne) paraneoplásica, o sinal do guaxinim periorbitário, as metástases para fígado, medula óssea e linfonodos — nunca pulmão · o diagnóstico por calcificações na imagem e catecolaminas urinárias (VMA e HVA) · o Wilms/nefroblastoma associado a WAGR e Beckwith-Wiedemann, à aniridia e hemi-hipertrofia isoladas, à criança em bom estado geral com massa firme, que não cruza a linha média, achada no banho, à palpação delicada que evita a ruptura, à metástase pulmonar, e à anaplasia como principal fator de pior prognóstico · fechado nas próprias questões reais de pediatria que a banca repete.
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Aula Extra 10
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Tumores do mediastino — estatística de prova + timoma a fundo
Um tema curto e cirúrgico de prova: o mediastino quase nunca cobra conduta ou estadiamento — cobra estatística. A aula se organiza ao redor de uma única pergunta de banca repetida à exaustão: qual o tumor mais comum de cada compartimento. O mediastino dividido em três (anterossuperior, médio, posterior) · os quatro "T" do mediastino anterior (timoma, teratoma, tireoide/bócio mergulhante, terrível linfoma) e por que o quinto "T" do aneurisma é uma armadilha · os cistos de duplicação do médio (broncogênico, pericárdico, entérico) · os tumores neurogênicos do posterior (schwannoma > neurofibroma) · o ranking de ouro: timoma o mais comum de todos, linfoma o segundo · e o aprofundamento no timoma — a relação com a miastenia gravis como única clínica, a classificação de Masaoka (I-II bom × III-IV ruim), a diferença fina entre invasão por contiguidade (grau III) e implante à distância (grau IVA), e quando a cirurgia basta (R0 + timoma benigno) versus quando entra adjuvância (carcinoma tímico, R1/R2, grau III-IV).
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Aula Extra 11
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Sarcomas — partes moles, retroperitônio e o tumor desmoide
Um dos temas mais fáceis da cirurgia depois que você entende a lógica — e um dos que mais derruba quem nunca parou para estudá-lo. A aula constrói o sarcoma a partir de três perguntas de prova que se repetem: onde ele aparece, qual o tipo histológico mais comum e como se obtém o material para histopatologia. O tripé das localizações — extremidades (a mais comum, com a coxa na ponta), tronco e retroperitônio — e o exame certo para cada uma (RM na extremidade, TC no tronco e no retroperitônio) · o tipo histológico campeão: lipossarcoma no adulto (rabdomiossarcoma alveolar na criança) · por que o sarcoma mata — só com metástase, e ela vai para o pulmão, não para o fígado (sem primeira passagem hepática, daí a TC de tórax no estadiamento) · quando investigar um caroço (>5 cm ou profundo/aderido) e o exame de escolha, a core biópsia (agulha grossa, Tru-Cut — não PAAF) · o tratamento de partes moles: ressecção radical com preservação de membro, margem de 1-2 cm, e a radioquimioterapia adjuvante quando >5 cm, alto grau ou avançado · o capítulo à parte do sarcoma de retroperitônio: diagnóstico só por TC, sem biópsia (biopsiar espalha), o diferencial pré-operatório (LDH para linfoma, βHCG + alfafetoproteína para tumor de células germinativas), a ressecção em bloco (invadiu o rim, tira o rim), a recorrência altíssima e por que não se faz radioterapia ali · e o fechamento com o tumor desmoide — localmente agressivo mas sem metástase, ligado a gestação e à polipose adenomatosa familiar / síndrome de Gardner.
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